CAMPANHA SALARIAL FOI SECUNDARIZADA PELA DIRETORIA DO SINPEEM
A pressa para marcar a eleição para 5 de maio prejudicou a preparação e a mobilização da categoria, visto que a primeira assembleia só foi marcada pela atual diretoria para 12 de maio.
A campanha salarial deste ano
acabou, efetivamente, em 1º de junho. Ainda que a tramitação do PL 328/23
demandasse pressão da massa da categoria, a Diretoria do SINPEEM, que compõe a chapa 1, não mobilizou a categoria.
A não rejeição da proposta do
governo de reajuste linear de 5% e abono complementar, nos pisos, de 5,72% para
docentes e equipe gestora, de 30,5 %, para ATEs e de 7,8% para agentes, sem
incorporação, combinada à ausência de democracia nas assembleias, provocaram a
desmobilização e a ausência de real pressão da categoria sobre os vereadores da
base do governo Nunes.
Apesar dos atropelos eleitorais e do calendário inadequado imposto pela chapa 1, parte significativa da categoria foi às ruas e impediu momentaneamente o subsídio e a destruição do nosso plano de carreira. No entanto, a categoria aspirava mais!
Nossa pauta de reivindicações vai muito além da questão salarial e do subsídio. Pouco se falou sobre as condições de trabalho, falta de professores, funcionários, superlotação das salas que atendem alunos com deficiência, pouco ou nenhum recurso para a inclusão, e secundariza a luta contra o injusto confisco de 14% dos aposentados.

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